domingo, 18 de janeiro de 2009

Belas Artes, 1942

Ontem pelo final da tarde estiveram à conversa no Porto, Nadir Afonso e Fernando Lanhas.
Sem alaridos, como por aqui acontece, falaram para uma reduzida plateia cada maior em número e cada vez mais pequena. Lanhas, da Arte, que "O homem só repara, que a nós não nos compete falar da arte". Nadir responde na esteira do pensamento que fundou toda a sua criação, "A arte procura a geometria como as plantas procuram o sol...". Sucedem-se as estórias, de Paris de Vasarely, do Rio de Niemayer. De Chaves e de Trás-os-Montes, onde a hipersensibilidade do artista apreende a presença da matemática e da geometria na harmonia das formas, nas suas regras universais.
É ainda o tempo dos Mestres.

6 comentários:

Lou Camille (na vida real Sílvia A.) disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
AC disse...

Sim, Lou, há coisas que não têm tempo.
abraço

Lou Camille (na vida real Sílvia A.) disse...

para lá da paciência....sorrisos.

AC disse...

"boooom, pacÊncia...", rematado com um sorriso. ou algo mais autónomo e livre?
bom dia

Lou Camille (na vida real Sílvia A.) disse...

o que é mais autónomo e livre?

boa noite

AC disse...

um sorriso solto da paciência.
aliás, a paciência é sobrevalorizada.